Parece notícia do The Onion mas, infelizmente, aconteceu realmente. Um padre católico na Moldávia (leste europeu) afogou e matou um bebê de seis meses durante um ritual de batismo.
Segundo o pai do bebê, o Sr. Gaiudau, de 36 anos, a criança estava visivelmente transtornada durante toda a cerimônia. O bebê ficou azul e estava espumando pela boca! Mesmo sob protesto dos familiares, o padre continuou alegando que o ritual não poderia ser interrompido.
Os familiares julgaram, então, que o padre sabia o que estava fazendo. Infelizmente, ele não estava. O sacerdote está sendo investigado por homicídio acidental e, se condenado, poderá pegar até três anos de cadeia. Os pais que submeteram a criança a esse ritual antigo e bárbaro, ao que parece, não sofrerão condenação nenhuma.
Vale lembrar que esse não é um caso único. Uma pesquisa rápida revelou um caso semelhante no Brasil, em igreja evangélica.
Fonte: http://news.ninemsn.com.au/world/7935406/priest-drowned-baby-during-baptism
Mostrando postagens com marcador morte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador morte. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 28 de julho de 2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Mas o que você acha que vai acontecer quando você morrer?
Essa pergunta, “o que você acha que vai acontecer quando você morrer?” é uma que todo ateu está acostumado a ouvir com freqüência, em conversas com religiosos. Além de outras menos filosoficamente interessantes como “mas você odeia religião?”.
A primeira dificuldade de responder essa pergunta a um crente – e note que por crente, eu quero dizer pessoa que acredita em algo, não necessariamente estou falando de evangélicos – é conseguir fazer com que meu ponto de vista seja compreendido. Para um ateu como eu essa pergunta é tão absurda quanto alguém perguntar “mas o que acontece com uma casa depois que ela é demolida?”. A casa não existe mais, não tem nada para acontecer com ela e, mesmo se tivesse, não poderia acontecer algo com uma casa que deixou de existir.
Essa, meu amigo crente, é a resposta. É muito simples para nós ateus, embora aparentemente seja bastante complexo para as pessoas que acreditam piamente no conceito de alma e vida após a morte.
A primeira dificuldade de responder essa pergunta a um crente – e note que por crente, eu quero dizer pessoa que acredita em algo, não necessariamente estou falando de evangélicos – é conseguir fazer com que meu ponto de vista seja compreendido. Para um ateu como eu essa pergunta é tão absurda quanto alguém perguntar “mas o que acontece com uma casa depois que ela é demolida?”. A casa não existe mais, não tem nada para acontecer com ela e, mesmo se tivesse, não poderia acontecer algo com uma casa que deixou de existir.
Essa, meu amigo crente, é a resposta. É muito simples para nós ateus, embora aparentemente seja bastante complexo para as pessoas que acreditam piamente no conceito de alma e vida após a morte.
Assinar:
Postagens (Atom)